A febre, grande ameaça,
Muito demora, mas passa.
A banda passa na praça,
Tocando com muita graça.
A uva, coitada, passa,
Passa boi, passa boiada,
Passarinho, passarada.
O aluno se vira e passa,
O filme passa no paço,
E, do pascácio que passa,
Não fica nem a carcaça.
Mas você, aqui no peito,
Agarrada como traça,
Impassante, impassada,
Só você é que não passa.
Não vou mostrar esses versos para Maria, por alguns relevantes motivos:
(2) Tenho horror ao vexame e a empadinhas de camarão.
(3) Não troco uma estrofe minha por teu colar de rainha.













